sexta-feira, 29 de julho de 2011
Blog morto? Ainda não.
Eu estava um bom tempo sem entrar no blog até que um amigo me fez lembrar do blog , desculpe gente , prometo tentar postar algo bacana a cada semana, fiquem ligados nos sábados á tarde!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Original vs Pirataria o que fazer?

Hoje gostaria de falar sobre um tópico que sempre esteve em conflito com a sociedade que é os preços dos jogos Originais e os jogos Piratas, vamos conhecer os termos e suas vantagens/desvantagens, começando pelos piratas.
Jogos Piratas.Vantagens e Desvantagens:
Preço: Jogos piratas no brasil são baratos podendo pagar de 10 á 25 R$ cada DVD dependendo do lugar onde você quer comprar e com direito a troca (depende do lugar).
Qualidade: Nem sempre jogos piratas são mil maravilhas, é
muito comum trocar um jogo por não ter pegado ou faltar algum arquivo no jogo como o Crack (que é o executável hackeado para não precisar do DVD original e/ou serial original respectivamente para executa-lo).Jogando: Outra coisa, caso o jogo tenha suporte para jogar online (que quase todo jogo tem) você não pode acessar certos conteúdos ou jogar em servidors originais, o geito é jogar em servidores piratas que muitas vezes são de outro país e ainda é lento.
Jogos Originais.
Vantagens e Desvantagens:
Preço: Devido ao abuso de impostos sobre o jogo, jogos originais tendem a ser muito caros no brasil (quase que 69% do preço pego é em impostos) por isso o preço varia de 40 á 200 R$ em um jogo (depende da plataforma, jogos de PS3 e XBOX 360 são os mais caros).
Qualidade: Alem de possuir uma qualidade muito superior, e ainda maior proteção contra arranhão, você tem uma garantia da empresa e ainda tem acesso ao suporte OnLine da mesma!
Jogando: Tudo desbloqueado, você pode jogar em servidores originais e ainda não precisa perder a cabeça com cracks , seriais toda vez que faz algum patch/update no jogo.
Até ai você ja pode fazer uma opinião própria sobre jogos originais e piratas, mais você se sente um ladrão ajudando o crime organizado comprando jogo pirata porque o governo faz tanta propaganda "malvada" sobre jogos piratas? Ai que você errou caro leitor!
O governo perde lucro quando aguem vende um jogo pirata pois a pessoa não esta pagando (aquele absurdo) impostos, isso faz muita gente de bem ser prejudicada tentando vender um produto que na verdade não tem absolutamente nada a ver com o tráfego (somente em locais perto da fronteira do brasil, nunca se sabe né?) então não tenha medo de comprar um jogo pirata, pirataria é crime e quem faz isso é preso, então porque político rouba e não vai pra cadeia? Todos os brasileiros já sabem essa resposta.
Voltando ao assunto principal, a balança acaba caindo pro lado de quem no final das contas?
Não cai pra ninguém, ele fica balanceado entre pirataria e original, mais existe alguma outra solução ?
Existe!
Qual seria?
Com a vinda dá internet ficou extremamente simples o compartilhamento de arquivos de uma pessoa para outra, agora é tão simples que basta você colocar em qualquer site de busca o nome de um jogo e a palavra download do lado e pronto, vários sites contendo o jogo para ser baixado á apenas um click de distancia. O compartilhamento é seguro (pois existe o poderoso e milagroso Anti Vírus), não é considerado crime (pelo menos no brasil) e ainda não á necessidade de trocar o produto já que o mesmo vai ficar armazenado no seu computador, e ainda de sobra, normalmente o download vem com crack.
Isso conclui meu post de hoje, fique ligado semana que vem amigo leitor, deixe suas críticas e sugestões nos comentários, obrigado por ler!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Vazou Crysis 2 Beta, se prepare Crytek!
Recente mente (aprox 15 dias) o jogo Crysis 2 em sua fase beta, vazou na internet pela falta de segurança da Crytek, simplesmente alguem dentro do estúdio de criação fez uma cópia do jogo e postou internet á fora, as primeiras impressões que o jogo deu foi :
1- à engine está mais leve em vários aspectos, agora para ter uma ideia o jogo Crysis rodava na resolução 1024x820 nas configurações baixas á 10~25 FPS, agora em suas configurações médias, crysis consegue arrebatar 35~45 FPS (Grande mudança?).
2- Os efeitos estão mais realisticos que antes, principalmente o Blur que foi mais bem trabalho em Crysis 2, otra novidade é a visão de calor da nano suit e os efeitos de luz.
3- A.I mais avançada do que nunca, agora eles estão ainda mais espertos, correm de você quando estão em desvantagem mais apenas para pegar novas coberturas, e também não se jogam contra o jogador, a AI dos aliens também está impecavel.
4- Bugs, bugs e mais bugs! Logo ao começar o jogo o personagem se vê dentro de um submarino onde um colega Marine começa a falar com todos seus aliados e então por alguma circunstancia sobre-natural sua cabeça começa a ficar branca dando luz á cena, após este bug ou A- O jogo fecha, ou B- Você aparece dentro de d'agua mais com textura de lava vendo um barco inclinado para você, outros bugs como você cair derrepente no chão são raros mais alguns fans registrarão este bug, ainda bem que o Beta já começa com todas as fases destravadas, apartir da Quarta Fase o jogo minimiza em bugs , mais não para por ai, existem vários bugs que eu demoraria muito para registrá-los aqui, fazer oque, é Beta.
5- CryEngine 3, é abrivel mais não é utilizavel, talvez pelo fato de estar na verção beta, o novo cryEngine 3 está em a opição de criar terreno (falta um arquivo .pak para tal feito) assim não se pode criar terreno , modelos nem entidades , não se pode até mesmo criar um mapa pois tambem falta essa opição, só ficamos vendo uma bela tela branca como pré-vizualização do mapa e a nova UI do cryengine.
6- Vale a pena? Vale, estou pensando em comprar já na steam a edição limitada do Crysis 2, por apenas (amigáveis 59 dolares) você consegue sua cópia online do jogo na steam, fiquem ligados para mais uma postagem aqui ná Patio dos Games, ADM Shadow Wolf
Segue uma ScreenShot do jogo
Marcadores:
Jogo Game Crysis 2 Cryengine 3
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Contos de Fadas - Os jogos de terror que sugem disso.

Contos de fadas eram pequenas histórias passadas de geração á geração, contadas pelo povo mesmo, mas registradas por poucos. Estes contos eram assombrosos, eram sim de terror, para assustar e alertar as crianças dos perigos daquela época.
Mesmo tendo esse aspecto de terror, os contos eram adaptados para maior entendimento dos pequeninos medievais, por isso que pedófilos estrupadores personificavam-se por lobo mau.
Mas é claro que isso mudou através dos tempos, pois do mesmo jeito que esses contos se transformavam cada vez que eram contados por alguém, hoje estão completamente diferentes e um pouco mais censurados... Verdade? Não no mundo dos games!
Temos uma pá de jogos com a temática dos contos de fadas, e o blog Pátio dos Games selecionou algumas dicas de jogos para você curtir em cima desse tema.
Minhas três dicas de jogos desse tema são:
American McGee’s Alice
Quem nunca jogou, não pode esperar mais tempo! McGee’s Alice é um jogo baseado na história que todos devem ter ouvido falar quando criança de “Alice no país das maravilhas” e “Alice através do espelho”. O jogo, na verdade, conta o que aconteceu com a protagonista após essas duas partes.
Alice perdeu os pais em um incêndio e ao tentar se matar, foi parar em um asilo, catatônica. Alice desfigurada, País das Maravilhas desfigurado. Ela retorna a pedido do coelho branco para tentar livrar os habitantes de seu ambiente imaginário da terrível rainha de copas.
Esse jogo é extremamente bom. Não tem como parar de jogá-lo! Sua história é muito macabra e não só isso, é um game cheio de ação, terror e sangue.
Á medida que o país de Alice é explorado, a protagonista se depara com as mais terríveis criaturas de sua mente, e, para os que pesquisam, tem toda uma história por trás dos monstros e é isso que faz o jogo interessante, pois não é só ir lá e jogar, ele se expande além disso, portanto o jogo não acaba nos créditos. Houve outras tentativas frustadas desse tipo de coisa, mas acontece que uma coisa é expandir o jogo, outra é colocar novas coisas á venda apenas pra lucrar mais.
The Path
Jogo feito por nova empresa de vídeo games. Na verdade esse jogo é mais um conto interativo que qualquer outra coisa. Baseado na história de chapeuzinho vermelho, The Path mostra que os piores lobos não são os que têm quatro patas.
É claro que este, não é um jogo para todo o tipo de público. Ele não agradará a todos, exatamente porque foca a exploração. Você tem livre arbítrio de passear por uma interminável floresta, mas nenhum inimigo é enfrentado! Não existem armas nesse jogo, apenas o terror psicológico por trás de uma bela e confusa trama, que também não é revelada logo de inicio, mas sim mostrada á pinceladas bem leves.
Como eu disse, não é um jogo comum, ele é total e extremamente fora da linha dos jogos usuais, mas é isso que torna The Path não só um dos melhores jogos baseados em contos de fadas, mas também um ótimo jogo de horror inocente e puro.
Forbidden Siren

Agora é a vez de Ariel ganhar uma versão gótica e maléfica. A pequena sereia ganha uma ótima versão japonesa do horror.
Forbidden Siren é um jogo totalmente assustador! Jogar no escuro, é a melhor caisa que há! A tensão que o jogo cria é muito forte e se segura, pois o nível de dificuldade é extremamente grande, mas isso não é suficiente para conter o jogador: O enredo é bom demais!!!
Não vou revelar mais muitas coisas de Forbidden Siren, pois este ganhará um review junto ao filme no pátio dos games logo logo. E novamente, não é um jogo para todos, pois com certeza não vai agradar todo mundo!
E o que não jogar?
American McGee’s Grimm
Sim, do mesmo criador do belo e fantasioso Alice: um jogo muito ruim! Grimm é um jogo que não cumpre com o que promete, e após jogá-lo, é facinho esquece-lo.
Aí fica pra vocês três ótimas dicas de jogos e um avoid... Até a próxima, gamers.
PS: Forbidden Siren já tem um filme japonês, mas este e Alice estão prontos para ganhar filmes. Siren terá uma adaptação americana que está nos papeis por enquanto e American McGee’s Alice está quase com sinal verde. Acho que vai depender da nova versão de Alice no País das Maravilhas do titio Burton, claro, mas estamos na torcida!
Mesmo tendo esse aspecto de terror, os contos eram adaptados para maior entendimento dos pequeninos medievais, por isso que pedófilos estrupadores personificavam-se por lobo mau.
Mas é claro que isso mudou através dos tempos, pois do mesmo jeito que esses contos se transformavam cada vez que eram contados por alguém, hoje estão completamente diferentes e um pouco mais censurados... Verdade? Não no mundo dos games!
Temos uma pá de jogos com a temática dos contos de fadas, e o blog Pátio dos Games selecionou algumas dicas de jogos para você curtir em cima desse tema.
Minhas três dicas de jogos desse tema são:
American McGee’s Alice

Quem nunca jogou, não pode esperar mais tempo! McGee’s Alice é um jogo baseado na história que todos devem ter ouvido falar quando criança de “Alice no país das maravilhas” e “Alice através do espelho”. O jogo, na verdade, conta o que aconteceu com a protagonista após essas duas partes.
Alice perdeu os pais em um incêndio e ao tentar se matar, foi parar em um asilo, catatônica. Alice desfigurada, País das Maravilhas desfigurado. Ela retorna a pedido do coelho branco para tentar livrar os habitantes de seu ambiente imaginário da terrível rainha de copas.
Esse jogo é extremamente bom. Não tem como parar de jogá-lo! Sua história é muito macabra e não só isso, é um game cheio de ação, terror e sangue.
Á medida que o país de Alice é explorado, a protagonista se depara com as mais terríveis criaturas de sua mente, e, para os que pesquisam, tem toda uma história por trás dos monstros e é isso que faz o jogo interessante, pois não é só ir lá e jogar, ele se expande além disso, portanto o jogo não acaba nos créditos. Houve outras tentativas frustadas desse tipo de coisa, mas acontece que uma coisa é expandir o jogo, outra é colocar novas coisas á venda apenas pra lucrar mais.
The PathJogo feito por nova empresa de vídeo games. Na verdade esse jogo é mais um conto interativo que qualquer outra coisa. Baseado na história de chapeuzinho vermelho, The Path mostra que os piores lobos não são os que têm quatro patas.
É claro que este, não é um jogo para todo o tipo de público. Ele não agradará a todos, exatamente porque foca a exploração. Você tem livre arbítrio de passear por uma interminável floresta, mas nenhum inimigo é enfrentado! Não existem armas nesse jogo, apenas o terror psicológico por trás de uma bela e confusa trama, que também não é revelada logo de inicio, mas sim mostrada á pinceladas bem leves.
Como eu disse, não é um jogo comum, ele é total e extremamente fora da linha dos jogos usuais, mas é isso que torna The Path não só um dos melhores jogos baseados em contos de fadas, mas também um ótimo jogo de horror inocente e puro.
Forbidden Siren

Agora é a vez de Ariel ganhar uma versão gótica e maléfica. A pequena sereia ganha uma ótima versão japonesa do horror.
Forbidden Siren é um jogo totalmente assustador! Jogar no escuro, é a melhor caisa que há! A tensão que o jogo cria é muito forte e se segura, pois o nível de dificuldade é extremamente grande, mas isso não é suficiente para conter o jogador: O enredo é bom demais!!!
Não vou revelar mais muitas coisas de Forbidden Siren, pois este ganhará um review junto ao filme no pátio dos games logo logo. E novamente, não é um jogo para todos, pois com certeza não vai agradar todo mundo!
E o que não jogar?American McGee’s Grimm
Sim, do mesmo criador do belo e fantasioso Alice: um jogo muito ruim! Grimm é um jogo que não cumpre com o que promete, e após jogá-lo, é facinho esquece-lo.
Aí fica pra vocês três ótimas dicas de jogos e um avoid... Até a próxima, gamers.
PS: Forbidden Siren já tem um filme japonês, mas este e Alice estão prontos para ganhar filmes. Siren terá uma adaptação americana que está nos papeis por enquanto e American McGee’s Alice está quase com sinal verde. Acho que vai depender da nova versão de Alice no País das Maravilhas do titio Burton, claro, mas estamos na torcida!
Evolução – As adaptações de Jogos para o Cinema

Tudo evolui, homo sapiens vira homem, cães selvagens viram cachorrinhos domésticos, e ursos perigosos e sanguinolentos viram atrações de zoológico. Não é diferente com a mídia, tampouco com os jogos, que fazem parte da mesma.
Bom, começamos com as histórias dos livros. Milhões de história que serviram de entretenimento para a sociedade por longos anos. Depois temos o teatro. A alegria de observar pessoas imitando outras pessoas, sendo outras pessoas.
E então vem a era do cinema... E com ela há um pequeno retrocesso. Livros e peças teatrais viram filmes, mas não só isso, filmes são criados. E filmes viram peças teatrais, nada que evolua excluí o que já foi criado.
E então temos os jogos. É claro que jogos de tabuleiro são muito antigos, tão antigos quanto livros, mas os jogos como forma de mídia vieram apenas na fase de jogos eletrônicos. E assim filmes viram jogos e, consequentemente... Jogos viram filmes.
Os primeiros jogos eram vistos como um mero brinquedo. Eram apenas para uma enjoativa diversão infantil. Quadrados que flutuam por telas (algumas coloridas, mas a maioria preto e branco), mas isso abriu a porta para um mundo muito maior, um mundo de controle, um mundo de intervenção e interação. E conforme isso expandia, foi possível ver que os jogos deixaram de ser algo infantil, e passou a ser diversão de gente grande, e logo se tornaram realidade virtual. Realidade. Cada vez mais reais... Muito reais.
O nível de realidade ficou tão grande que logo tínhamos composições de trilha sonora de filmes, visuais mais explorados, gráficos melhores, e assim o leque ia aumentando mais e mais, e surgiam cá e lá histórias muito bem pensadas... Tão bem pensadas que possibilitavam o retrocesso do cinema. Deu certo? Sim, de inicio. Mas não. Não deu certo.
Temos muitas, mas muitas más adaptações ao cinema, e isso não é novidade. E temos nomes que se destacam. Uwe Boll e Paul Anderson. Vou tentar pular os piores filmes, pois se fosse citar todos eles, esse post ficaria longo demais.
Assim nasceram as adaptações de vídeo games para filmes: A casa dos mortos. A história do jogo, na verdade, não era digna de uma produção cinematográfica, afinal: Homem vai resgatar sua namorada, mas ela morre então ele busca vingança e conforme adentra a casa dos mortos, descobre que um tal de doutor maligno criou um zumbi-máquina.
Tá, até tem história, mas Uwe Boll não conseguiu um filme. Conseguiu um jogo em não é possível controlar nada. Qual é a graça disso? Qual é a graça de ver alguém se divertindo pacas e você não aproveita nada? Porque os personagens do filme parecem estar se divertindo muito estourando a cabeça dos zumbis, mas nós não! A casa dos mortos parece mais um jogo (e até tem cenas do jogo propriamente dito)... Coisa que é revolucionária demais, ou simplesmente podre.
E então temos Alone in The Dark, um dos maiores games de terror da história. Um dos piores filmes da história. Acho que nem perderei tempo comentando de como esse filme é ruim, porque nada nele é sobrenatural, até tem... Mas de uma forma tão científica que até perde a graça. O filme é mais ou menos pessoas, no escuro, atirando, coisa que não chega nem aos pés do game, com enredo baseado nos livros de H. P. Lovercraft, o rei do horror.
Bom, mas nem tudo são lágrimas. Chegou Mortal Kombat. Um excelente filme de artes marciais baseado no enredo de um jogo de luta (a evolução chegou ao ponto de jogos de luta, uma das coisas mais simples que há, pois é só escolher um e lutar com ele, ter uma história legal e complexa) e dessa vez virou: Ótimo filme. Ânimos esquentados, fans agradados. Todo mundo achando que agora ia dar certo, mas não. Voltamos á estaca de podreiras. A começar pela própria continuação de Mortal Kombat, que foi um fiasco.
Que delícia... Um filme ruim atrás do outro. A adaptação de Tomb Raider até que esquentou os Ânimos de filmes baseados em videogames, mas não foram de total agrado aos fans. Claro que Angelina Jolie no papel principal ajudou um pouco, mas em geral, foram filmes fracassados também. E então ganhamos Resident Evil. Resident evil não foi muito bom, mas tinha um enredo interessante, que não chegava aos pés da história apresentada nos jogos, mas pelo menos, a partir daí veio a idéia de adaptar outro survivor horror da Capcom: Silent Hill.
A série Resident Evil desagradou totalmente os fans, e ainda veio Doom. Doom não era um jogo com enredo. Doom, segundo os próprios criadores, foi criado com o seguinte pensamento de que “um jogo precisa de uma história tão boa quanto um filme pornô”. Lindo, não? Não! Funcionou para o jogo que, aliás, é divertidíssimo, mas não posso dizer o mesmo do filme.
O que dizer de um filme baseado na história de um jogo que é “tão boa quanto a de um filme pornô”? Dava pra adaptar para algo legal? Dava, com certeza. Adaptaram para algo legal? Não, continuaram com o “pornozão”. Assim como A casa dos mortos, os personagens se divertiam, mas o público não.
E assim veio, o filme salvador, Silent Hill. Silent Hill dividiu muito os fans do jogo. Metade gostou e a outra não. Mas é preciso destacar que, antes de ser uma boa adaptação de vídeo game, Silent Hill é um bom filme de horror, o que aconteceu apenas em Mortal Kombat, que antes de ser boa adaptação, era um bom filme de luta. Assim temos um filme que veio de um jogo de vídeo game que agradou (pelo menos que vos escreve). A partir daí começaram a surgir idéias mais cuidadosas. Parece que perceberam que o trabalho artístico de uma adaptação era muito maior que o imaginado.
Não posso deixar de citar que entre as adaptações há o desconhecido Forbidden Siren. Este é um filme nipônico desconhecido pelos americanos, baseado em um jogo nipônico também desconhecido no território que despreza tal influencia estrangeirista. Fica a dica: Não deixem de conferir Forbidden Siren (tanto o jogo quanto o filme) porque é muito bom. E também podemos citar “Os Substitutos” como adatação e crítica a jogos tais como The Sims e Second Life... Vale a pena conferir.
Adaptações viraram até piada, quando surgiu um trailer fake de Zelda como pegadinha de primeiro de Abril (IGN!!! VOCÊS VÃO PAGAR POR ISSO!), e assim ainda temos a promessa de filmes tais como American McGee’s Alice, Castlevânia e o recente trailer de Pince of Pérsia, que parece ser uma das boas adaptações ao lado de Silent Hill.
Para finalizar, é importante dizer que, para não se deixar morrer, o cinema adaptou-se á era da interação. Afogando-se no mundo dos jogos, surgiram filmes tais como, Bruxa de Blair, Cloverfield e REC. Filmes tão interativos quanto qualquer jogo, que chegam a tirar o fôlego com suas doses de interatividade com quem assiste. E foi até engraçado assistir o filme de Os Feiticeiros de Waverly Place (sim, bagaceira; mas quando não se tem nada a fazer pode até ser diversão), pois algumas cenas pareciam mais um grande jogo que um filme propriamente dito. E aí a dica pro fim de semana:
Jogar Silent Hill 1 e logo depois curtir o filme;Correr atrás de Forbidden Siren e baixar o filme por torrent com legenda em Português de Portugal hehehehe;
Assistir REC após jogar Left 4 Dead;
Tirar umas três fases de Doom e depois cascar o bico com a trashera do Filme,
Babar pela belíssima Angelina Jolie no papel de Lara Croft após desistir de esquentar a cabeça com os milhões de puzzles de Tomb Raider.
Até a próxima, pessoal!!!
Bom, começamos com as histórias dos livros. Milhões de história que serviram de entretenimento para a sociedade por longos anos. Depois temos o teatro. A alegria de observar pessoas imitando outras pessoas, sendo outras pessoas.
E então vem a era do cinema... E com ela há um pequeno retrocesso. Livros e peças teatrais viram filmes, mas não só isso, filmes são criados. E filmes viram peças teatrais, nada que evolua excluí o que já foi criado.
E então temos os jogos. É claro que jogos de tabuleiro são muito antigos, tão antigos quanto livros, mas os jogos como forma de mídia vieram apenas na fase de jogos eletrônicos. E assim filmes viram jogos e, consequentemente... Jogos viram filmes.
Os primeiros jogos eram vistos como um mero brinquedo. Eram apenas para uma enjoativa diversão infantil. Quadrados que flutuam por telas (algumas coloridas, mas a maioria preto e branco), mas isso abriu a porta para um mundo muito maior, um mundo de controle, um mundo de intervenção e interação. E conforme isso expandia, foi possível ver que os jogos deixaram de ser algo infantil, e passou a ser diversão de gente grande, e logo se tornaram realidade virtual. Realidade. Cada vez mais reais... Muito reais.
O nível de realidade ficou tão grande que logo tínhamos composições de trilha sonora de filmes, visuais mais explorados, gráficos melhores, e assim o leque ia aumentando mais e mais, e surgiam cá e lá histórias muito bem pensadas... Tão bem pensadas que possibilitavam o retrocesso do cinema. Deu certo? Sim, de inicio. Mas não. Não deu certo.
Temos muitas, mas muitas más adaptações ao cinema, e isso não é novidade. E temos nomes que se destacam. Uwe Boll e Paul Anderson. Vou tentar pular os piores filmes, pois se fosse citar todos eles, esse post ficaria longo demais.
Assim nasceram as adaptações de vídeo games para filmes: A casa dos mortos. A história do jogo, na verdade, não era digna de uma produção cinematográfica, afinal: Homem vai resgatar sua namorada, mas ela morre então ele busca vingança e conforme adentra a casa dos mortos, descobre que um tal de doutor maligno criou um zumbi-máquina.
Tá, até tem história, mas Uwe Boll não conseguiu um filme. Conseguiu um jogo em não é possível controlar nada. Qual é a graça disso? Qual é a graça de ver alguém se divertindo pacas e você não aproveita nada? Porque os personagens do filme parecem estar se divertindo muito estourando a cabeça dos zumbis, mas nós não! A casa dos mortos parece mais um jogo (e até tem cenas do jogo propriamente dito)... Coisa que é revolucionária demais, ou simplesmente podre.
E então temos Alone in The Dark, um dos maiores games de terror da história. Um dos piores filmes da história. Acho que nem perderei tempo comentando de como esse filme é ruim, porque nada nele é sobrenatural, até tem... Mas de uma forma tão científica que até perde a graça. O filme é mais ou menos pessoas, no escuro, atirando, coisa que não chega nem aos pés do game, com enredo baseado nos livros de H. P. Lovercraft, o rei do horror.
Bom, mas nem tudo são lágrimas. Chegou Mortal Kombat. Um excelente filme de artes marciais baseado no enredo de um jogo de luta (a evolução chegou ao ponto de jogos de luta, uma das coisas mais simples que há, pois é só escolher um e lutar com ele, ter uma história legal e complexa) e dessa vez virou: Ótimo filme. Ânimos esquentados, fans agradados. Todo mundo achando que agora ia dar certo, mas não. Voltamos á estaca de podreiras. A começar pela própria continuação de Mortal Kombat, que foi um fiasco.
Que delícia... Um filme ruim atrás do outro. A adaptação de Tomb Raider até que esquentou os Ânimos de filmes baseados em videogames, mas não foram de total agrado aos fans. Claro que Angelina Jolie no papel principal ajudou um pouco, mas em geral, foram filmes fracassados também. E então ganhamos Resident Evil. Resident evil não foi muito bom, mas tinha um enredo interessante, que não chegava aos pés da história apresentada nos jogos, mas pelo menos, a partir daí veio a idéia de adaptar outro survivor horror da Capcom: Silent Hill.
A série Resident Evil desagradou totalmente os fans, e ainda veio Doom. Doom não era um jogo com enredo. Doom, segundo os próprios criadores, foi criado com o seguinte pensamento de que “um jogo precisa de uma história tão boa quanto um filme pornô”. Lindo, não? Não! Funcionou para o jogo que, aliás, é divertidíssimo, mas não posso dizer o mesmo do filme.
O que dizer de um filme baseado na história de um jogo que é “tão boa quanto a de um filme pornô”? Dava pra adaptar para algo legal? Dava, com certeza. Adaptaram para algo legal? Não, continuaram com o “pornozão”. Assim como A casa dos mortos, os personagens se divertiam, mas o público não.
E assim veio, o filme salvador, Silent Hill. Silent Hill dividiu muito os fans do jogo. Metade gostou e a outra não. Mas é preciso destacar que, antes de ser uma boa adaptação de vídeo game, Silent Hill é um bom filme de horror, o que aconteceu apenas em Mortal Kombat, que antes de ser boa adaptação, era um bom filme de luta. Assim temos um filme que veio de um jogo de vídeo game que agradou (pelo menos que vos escreve). A partir daí começaram a surgir idéias mais cuidadosas. Parece que perceberam que o trabalho artístico de uma adaptação era muito maior que o imaginado.
Não posso deixar de citar que entre as adaptações há o desconhecido Forbidden Siren. Este é um filme nipônico desconhecido pelos americanos, baseado em um jogo nipônico também desconhecido no território que despreza tal influencia estrangeirista. Fica a dica: Não deixem de conferir Forbidden Siren (tanto o jogo quanto o filme) porque é muito bom. E também podemos citar “Os Substitutos” como adatação e crítica a jogos tais como The Sims e Second Life... Vale a pena conferir.
Adaptações viraram até piada, quando surgiu um trailer fake de Zelda como pegadinha de primeiro de Abril (IGN!!! VOCÊS VÃO PAGAR POR ISSO!), e assim ainda temos a promessa de filmes tais como American McGee’s Alice, Castlevânia e o recente trailer de Pince of Pérsia, que parece ser uma das boas adaptações ao lado de Silent Hill.
Para finalizar, é importante dizer que, para não se deixar morrer, o cinema adaptou-se á era da interação. Afogando-se no mundo dos jogos, surgiram filmes tais como, Bruxa de Blair, Cloverfield e REC. Filmes tão interativos quanto qualquer jogo, que chegam a tirar o fôlego com suas doses de interatividade com quem assiste. E foi até engraçado assistir o filme de Os Feiticeiros de Waverly Place (sim, bagaceira; mas quando não se tem nada a fazer pode até ser diversão), pois algumas cenas pareciam mais um grande jogo que um filme propriamente dito. E aí a dica pro fim de semana:
Jogar Silent Hill 1 e logo depois curtir o filme;Correr atrás de Forbidden Siren e baixar o filme por torrent com legenda em Português de Portugal hehehehe;
Assistir REC após jogar Left 4 Dead;
Tirar umas três fases de Doom e depois cascar o bico com a trashera do Filme,
Babar pela belíssima Angelina Jolie no papel de Lara Croft após desistir de esquentar a cabeça com os milhões de puzzles de Tomb Raider.
Até a próxima, pessoal!!!
Cá entre nós. Os filmes baseados em jogos não foram tão bons até o presente momentos, mas 45% deles estavam nas mãos de Uwe Boll. O cara não se cansa de estragar jogos atrás de jogos com adaptações péssimas. Vamos dar uma salva de palmas para ele, mesmo sabendo que é mais fácil pendurar uma melancia no pescoço! Joga confete vai, é o que ele queria! (Mario não foi dirigido por ele... mas também não deixou de ser uma porcaria! Quer Mario? Vai atrás do... cartucho)
Artigo por Ramirez Balota Souza – contosderamirez.blogspot.com
domingo, 8 de novembro de 2009
Novo Moderador
Ramirez agora é um dos novos posters do blog , bom boas vindas para ele e não esqueçam de divulgar !
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